“Todos estamos sujeitos ao mercado”. Foi com essa frase que o técnico Luis Zubeldía resumiu a possibilidade de chegadas e saídas no Fluminense. Mas há um setor que o treinador trata como “inegóciável” para o funcionamento da equipe: o meio-campo, liderado por Martinelli e Hércules.
— Como somos uma equipe ofensiva, os meias (Martinelli e Hércules) se desgastam mais pela importância que têm no funcionamento da equipe. Eles precisam participar das pressões, sair delas e iniciar as jogadas em determinadas situações. Para não perder a consistência defensiva e aproveitar o poder ofensivo, é fundamental que os dois façam um trabalho incrível em todos os aspectos — afirmou Zubeldía após o amistoso contra o Nova Iguaçu, na última quarta-feira.
Além disso, o treinador lamentou a saída de Bernal para o Real Betis-ESP, mas disse que era uma situação pré-definida desde o início do ano — o Fluminense recusou uma proposta do clube espanhol naquela época. Por outro, elogiou as chegadas de Hulk e Thiago Silva para elevar o nível de um elenco que já tinha uma “base muito forte”.
Veja como foi a estreia de Hulk
Os holofotes estavam voltados para Hulk, que, enfim, estreou com a camisa do Fluminense no reencontro da equipe com a torcida, no amistoso contra o Nova Iguaçu, na última quarta, no Maracanã. O camisa 7 tabelou bastante com Lucho Acosta, mas ainda não conseguiu balançar as redes na goleada por 6 a 1.
